Segurança Patrimonial Privada

Minha foto
Soldado do Exército Brasileiro (19º BC), com extensão universitária pela ULBRA-RS em Segurança Privada, atuando como Supervisor de Segurança, Coordenador de Operações e recém-formado pelo Curso de Formação de Vigilantes através da SPARTAC Guns School (Salvador-Ba)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Armas

Guarda Civil vai usar armas de choque para combater o crime

Profissionais passam por avaliação antes de manusear dispositivo.

Os 60 integrantes da Guarda Civil de Franca estão sendo treinados para utilizar armas de choque não letais na segurança da cidade. O curso, de 15 horas, tem aulas teóricas e praticas, e inclui simulação de situações em que o dispositivo pode ser usado.
“Na simulação, o objetivo é mostrar situações que eles vivem no dia a dia, que eles vão enfrentar”, diz o instrutor do treinamento Helton Clemente Júnior. A arma é de fabricação americana e já é usada pelas policias Militar e Civil, além de outras 16 guardas municipais no Estado de São Paulo.
O armamento gera menos riscos em operações delicadas. Ele emite um laser antes do disparo, que marca o alvo com precisão. “Essa arma emite pulsos elétricos semelhantes aos pulsos elétricos gerados pelo cérebro. Ela provoca uma momentânea interrupção da comunicação do cérebro com a musculatura do esqueleto humano”, relata Júnior.
A descarga demora poucos segundos, mas o tempo é suficiente para deixar o alvo sem ação. O guarda civil Giovani Luiz de Souza participou do treinamento e sentiu os efeitos do dispositivo. “É um desconforto total. A arma é realmente muito eficaz e é mais uma ferramenta de trabalho para nós, guardas municipais, estarmos trabalhando para dar segurança à comunidade de Franca”, conta.
Ainda não há data para o início da utilização das armas. Mas segundo o secretário de Segurança Sérgio Buranelli, já existe uma definição para os lugares em que o dispositivo será usado. “No primeiro momento nós já temos uma área muito sensível de se utilizar isso que é no Pronto Socorro. Porque lá se atende gente de toda a situação. É drogado, é alcoolizado, é agressivo. Então, lá vai ser um dos lugares em que a gente vai colocá-la”.
Antes de poder usar o armamento não letal, os guardas vão passar por avaliação psicológica. “O psicólogo vai fazer uma avaliação e aquele que tiver condições será portador da arma”, finalizou Buranelli.


Fonte: EP Ribeirão

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Curso de Formação de Vigilantes

Dando continuidade a atualização do meu curriculo, agregando conhecimento e experiência prática, concluí esta semana o CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES. Vale salientar que a conclusão foi através de uma Escola bastante respeitada no cenário Norte/Nordeste. Apesar da metodologia da Escola, (Para-Militar), o contéudo programático é intenso, diversificado, atual e amplo pois além de atender as exigências da 387/06, tem um algo a mais........ Na verdade este "algo a mais" faz a diferença. E que diferença.
Não basta ter conhecimento,  tem que ter qualidade, ética e responsabilidade na formação de profissionais que atuarão de forma secundária no apoio a Segurança Pública. Está de parabéns todo o corpo docente, bem como os funcionários que cuidam da estrutura de apoio da Escola. Não estou aqui fazendo marketing e sim, mostrando para os leitores que temos sim, Instituições sérias, comprometidas com o objetivo pelo qual foi criada. Parabéns a Equipe FERA (Força Especial de Resistência e Ação), formada pelos 21 (vinte e um) alunos que deram de tudo do inicío ao fim desta jornada.
Abraços. Joilton 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Segurança Privada



É claro que diante de um mundo globalizado existe a necessidade do profissional de Segurança Privada se atualizar constantemente, bem como os demais profissionais, pois o conhecimento tácito depende das várias decisões que o  gestor deve tomar diante de uma situação crítica no seu ambiente de trabalho.

Diante do tempo, das bruscas mudanças das leis, das grandes exigências dos contratantes dos serviços de que prestam serviços terceirizados, estamos em plena era do conhecimento, onde a informação circula na maior velocidade, por todo o globo terrestre, qualquer profissional deve estar em constante atualização, um dos pontos que foco com maior ênfase atualmente é a qualificação técnico profissional do Homem de Segurança Privada no Brasil que deve ser a mais abrangente possível, conhecimentos sobre Atendimento Pré – Hospitalar, Prevenção e Combate a Incêndios são extremamente uteis em ambientes, tais como:

1) Shoppings e Feiras Agropecuárias - por exemplo, devido a grande quantidade de pessoas (população flutuante) que diariamente estão circulando de forma livre por entre as instalações. No caso de ataque cardíaco ou um ataque epilético em plena multidão. Será que o vigilante está preparado para realizar a primeira intervenção, caso os emergêncistas (nova sigla para os socorristas, conforme nova portaria do Ministério da Saúde) tenham seus caminhos obstruídos até o paciente, já que na URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, o fator tempo é fundamental para sobre vida do acidentado.
2) Fábricas, Parques de Armazenamento de Produtos Perigosos / Inflamáveis – também são locais onde o vigilante, agente de portaria ou agente de limpeza(prestador de serviço) fica sozinho constantemente, será que no ato de uma explosão o vigilante está realmente preparado para debelar um foco de incêndio a tempo, encaixar a mangueira ou mangote no tempo certo e sem dificuldades? Será que sabe onde está localizada a bomba e como deve liga - lá sem dificuldades? Será que ao usar o extintor de incêndio esta pessoa sabe romper o lacre de segurança? Será que o telefone para contato em casos de urgência do Técnico de Segurança do Trabalho desta empresa bem como o número dos gerentes está disponível e atualizada? Será que neste local de serviço o vigilante, inspetor ou supervisor tem um telefone coorporativo para comunicar até o mesmo um baleamento de outro colega em outro posto de serviço?
Essas são apenas uma das várias perguntas que me faço e replico para os profissionais de segurança que trabalho constantemente, seja durante o dia ou noite, seja em unidades bancárias, empresas, unidades fabris, pátio de armazenamento, portos de carga e descarga, balsa de transporte de cargas, transportadoras, armazéns, orgãos públicos ou mistos e etc. 
Daí advém  minha preocupação com a qualificação destes profissionais, já que tem empresas onde os colaboradores ( vigilantes, agentes de portaria e agentes de limpeza e manutenção) não tem ou não recebe nenhum tipo de treinamento nestas áreas citadas, pois no Curso de Formação de Vigilantes ou na Reciclagem as horas/aulas são de fato poucas para o tamanho da responsabilidade que estes profissionaiis têm quando ficam 12 horas ininterruptas guardando não somente o patrimônio, mais por vezes também a vida de dezenas de outros trabalhadores dentro de uma fábrica que também não sabem como proceder em situações de emergência (queda com fratura, incêndio, explosão, vazamento de gás, descarga elétrica, desabamento ou desmoronamento).
Por este motivo claro que um "Gestor de Segurança e o Administrador" de uma empresa, seja de grande ou pequeno porte deve a todo o momento ser proativo e manter sempre o planejamento bem atualizado (Plano de Emergência, Plano de Abandono de Área, Plano de Contingência, Plano de Segurança) bem como o seu conhecimento, para que seja ele mesmo um facilitador, neste mundo de informação e também tão cheio de ignorância.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

"As grades de um condominio são pra trazer proteção, mas no fundo no fundo é você que está nesta prisão" O Rappa


Patrimônio - Era uma casa muito engraçada, tinha câmera, cerca e guarda...


23/08/11

Em busca de mais tranquilidade nas festas e feriados de fim de ano, moradores vão às lojas de equipamentos de segurança eletrônica para afastar os ladrões. Medo de invasões toma conta até de quem já vive em uma verdadeira ‘prisão’.
Muros altos, nem sempre são sinônimos de segurança.
A porta da frente tem grades e câmera. Vários alarmes estão instalados. Mesmo assim o morador não se sente seguro. “Eu conto é com a proteção de Deus”, avisa.
A sensação de insegurança é tão presente no Brasil que as pessoas estão transformando suas residências em verdadeiras prisões: muros altos, grades, cadeados, alarmes, câmeras, cerca elétrica......................, a lista de equipamentos só aumenta.
Aumenta também a procura pelo itens de segurança – principalmente agora, em agosto. “As pessoas já estão se preparando para as férias de verão e a preocupação com a segurança é crescente. Além disso, os equipamentos de segurança estão se popularizando”, avisa Ricardo Lopes, um dos proprietários da empresa Alargêmeos. E já que as pessoas se preparam agora para os feriados de outubro, novembro e as férias, a expectativa da empresa especializada em segurança é de que o serviço aumente 30% em relação a 2010.
E não para por aí: segundo Cristiano Fernandes da Silva, sócio da Eletrônica Bauru, a alta na procura por equipamentos de segurança continua até o Carnaval. “A melhor coisa é procurar antes de setembro”, explica.
Tanta parafernália traz resultado. Ednéia conta que nunca teve a casa roubada. Mas, mesmo assim, sempre dá uma volta no quarteirão antes de entrar em casa para ver se não tem alguém rondando a residência – 
Nunca foi roubada – mas confessa que ficou no quase. “Uma vez, chegamos do mercado e os policiais estavam abordando uma pessoa na nossa garagem”, conta. Dessa forma, a garagem é a atual preocupação de Ednéia: ela e o marido pretendem colocar mais uma grade no espaço, que é aberto.
Sobre os equipamentos, a designer diz ter se acostumado. Os filhos também: a mãe conta que eles cresceram já “cercados”.
Se sente mais segura, mas não completamente feliz. “Eu moro em uma verdadeira prisão. Me sinto assim.”
Alarme, cerca elétrica e câmera são ‘essenciais’Cristiano Fernandes da Silva, conta que, apesar das novidades tecnológicas – a última moda é uma câmera com sistema infravermelho e DVR  –, a cerca elétrica ainda é a peça mais popular para a segurança dos moradores. “Esse equipamento já intimida o ladrão na entrada”, explica.
Outra vantagem: a cerca também é o equipamento mais em conta, ideal para quem quer (ou só pode) gastar pouco.
Para Cristiano, no entanto, o equipamento mais eficaz é o alarme externo, que dispara com o ladrão antes de entrar na residência. “Com este equipamento, você não vai ter prejuízo com porta arrombada, por exemplo”, explica.
O também proprietário da Alargêmos, Rodrigo Lopes, lembra, no entanto, que é importante que o alarme seja monitorado. “Senão, você vai viajar, o alarme dispara e, depois, que irá atender o evento.
Rodrigo – que tem vários equipamentos de segurança na própria casa – acredita que, hoje, alarme, cerca elétrica e câmera é o mínimo que uma casa deve ter para ser chamada de segura.
alarme monitorado Com dois tipos de senha (uma para desarmar e outra  para
caso de coação), custa R$ 800. O monitoramento sai por  R$ 50 mensais
Cerca elétrica Custa no mínimo  R$ 600 para um muro de 60 metros, mas
não deve ser usada como única proteção para a casa
Câmera com infravermelho A novidade no mercado de segurança doméstica em 2011 custa em torno de R$ 2,5 mil
Trava para portão Outra novidade, impede que portões eletrônicos sejam arrombados. Custa R$ 300


Fonte: Bom dia Sorocaba

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Blindagem de veículos


Diante da violência, sobretudo, nas grandes cidades, a preocupação com a proteção pessoal tem aumentado. Como medida preventiva, as pessoas têm procurado cada vez mais por veículos blindados e isso tem aquecido o mercado da blindagem de automóveis no Brasil.

Dados da Abrablin apontam que 7.332 veículos receberam esse tipo de proteção no ano de 2010, um aumento de 5,86% na comparação com 2009, quando 6.926 carros foram blindados. De acordo ainda dados da pesquisa, outras cidades têm se destacado fora do eixo Rio-São Paulo. O Paraná, por exemplo, é terceiro estado com o maior número de carros blindados em 2011, com uma média mensal de 25 automóveis blindados por mês. Só em Curitiba são 20 carros por mês. O Brasil tem a terceira maior frota de carros blindados do mundo, atrás apenas da Colômbia e México. Para quem pensa em adquirir um veículo blindado, é importante conhecer algumas dicas, publicadas pelo Portal Alpini:


1. É recomendável fazer um curso de direção defensiva ao se adquirir um blindado. Nestes cursos aprende-se como fazer manobras rápidas e fugir de um possível assalto ou sequestro. A BMW oferece o Driver Training Protection com duração de um dia e o Centro de Pilotagem Roberto Manzini (11 5667 4343) ministra o Curso de Proteção para Executivos em dois dias.

2. O proprietário de um carro blindado também deve ficar atento à manutenção. Como são acrescidos entre 120 e 150 quilos ao peso total, componentes como freios e suspensão têm sua vida útil diminuída. Desta forma as trocas devem ocorrer em um intervalo menor de tempo. Naturalmente, em uma frota de quase 15 mil blindados, não faltam ofertas de usados. Jornais como o Estado de São Paulo até já incluíram uma seção específica para os modelos em seus classificados. Um blindado usado é uma boa opção para quem não quer investir até o dobro do valor do carro na blindagem. Veículos com um ano de uso são encontrados com preços bastante atraentes frente a um 0 km.

Importante ainda:

- Todo veículo blindado deve ser registrado nas secretarias estaduais de Segurança Pública. Se o carro não possuir o documento à parte, você deverá providenciá-lo.
- Certifique-se de que a empresa blindadora ainda existe, visto que não é difícil nesse ramo algumas empresas fecharem de uma hora para outra.
- Verifique há quanto tempo à blindagem foi feita. Não vale a pena comprar um carro com serviço realizado há mais de cinco anos, pois o material e as técnicas de proteção evoluíram muito neste período. Veja também se todas as revisões do serviço foram feitas.
- Exija sempre o certificado da blindadora, com nome da empresa, nível de proteção prometido e data em que o serviço foi executado.
- Carroceria - Verifique pneus, colunas, ancoragem do cinto de segurança, maçanetas, retrovisores externos, divisão entre motor e cabine, porta-malas e banco traseiro.
- Vedação e acabamento - Confira as borrachas e se não há peças internas soltas.
- Mecânica - Molas, amortecedores e pastilhas podem estar desgastados devido ao aumento de peso.
- Vidro Elétrico - Apesar de quase nunca se abrir o vidro, verifique se eles sobem e descem normalmente.
- Vidros - Bolhas e descascados não podem passar de 1 cm³. Trincas de até 5 cm não comprometem. Vidros deslaminados e esbranquiçados exigem troca.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Supervisor

Supervisor é o profissional cuja experiência é mais ampla do que a dos supervisionados, o qual deve colocar este diferencial a serviço da empresa. Reconhecidamente, o Supervisor é a "pessoa chave" para qualquer organização, pois é através dele que a empresa atinge os resultados.
Nas empresas de Vigilância Privada, os Supervisores podem ser denominados como:
FISCAL - Fiscaliza os postos de serviço, através de rondas motorizadas
INSPETOR - Inspeciona os postos de serviço
VIGILANTE LIDER - Geralmente é fixo em um determinado posto de serviço
Existem empresas de Vigilância que utilizam-se das nomeclaturas acima para distinguir as atribuições, as qualificações, as responsabilidades e a remuneração.
Um bom Supervisor conhece seus subordinados pelo próprio nome, considera-os como seres humanos, os quais tem seus defeitos e virtudes, ouve-o atentamente, aceita sugestões e incetiva-os para melhoria da qualidade do serviço. O Supervisor deve ser sempre justo, enérgico e firme (não violento/truculento). Procura conhecer a personalidade, temperamento, caráter e conduta de cada um. Com estas informações o Supervisor de Segurança consegue traçar o perfil de cada vigilante, adequando-o ao perfil da empresa tomadora do serviço. Evitando assim, transferências desnecessárias o que provoca desgaste na imagem da empresa junto ao cliente.
Foi-se o tempo em que o Sup de Segurança (líder) era autoritário. Hoje para conseguir um bom desempenho do vigilante no posto de serviço, o Supervisor deve procurar entender os problemas pessoais do vigilante, sem deixar de observar os problemas que ocorrem no próprio local de serviço. Uma vez o Supervisor conquistando a confiança do vigilante, este (com certeza) irá desempenhar seu trabalho de forma satisfatória, evitando reclamações do cliente por conta de: POSTURA, NÃO CUMPRIMENTO DE NORMAS, FALTAS INJUSTIFICADAS e RODÍZIO.
Lembre-se: O Supervisor dever ser um Líder e não um "Chefe". Há uma diferença muito grande entre estas duas nomeclaturas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Profissão

Atividade especializada de caráter permanente que o indivíduo abraça, pois através dela receberá os meios para o seu sustento. Para escolha da profissão esta pessoa o faz pela vocação ou necessidade de sobrevivência. Via de regra, na maioria das profissões especializadas exige-se um mínimo de aptidão e/ou vocação, mesmo porque a profissão tem 03 dimensões:
1 - Econômica
2 - Técnica
3 - Ética/social
Ou seja, para exercer uma profissão, o indivíduo necessita no mínimo de vocação, aptidão, habilidade e consciência profissional.

Na minha carreira profissional, ficava estarrecido quando iniciava um processo seletivo para vigilante e percebia nos candidatos um total despreparo técnico. Quando entrevistava-os conseguia identificar algumas causas, por exemplo:
O individuo(a) sempre trabalhou como aux de pedreiro, pintor, ajudante durante 5 a 10 anos (não desmerecendo a função), quando este mercado de trabalho ficava escasso (o que não é o caso nos dias de hoje), ele migrava para a vigilância através do CFV (Curso de Formação de Vigilante), porém não tinha sequer noção do grau de risco que passaria a enfrentar no exercicío da função, muitas vezes não tinha o perfil, postura, fluência verbal e escolaridade mínima para tal.
Outro exemplo é o individuo que tentou por várias vezes passar em concursos nas Instituições de Segurança Pública, não obtinha êxito e então aventurava as Escolas de Formação.
Ainda temos aquele individuo que prestou Serviço Militar, mas não foi voluntário (nos idos de 80), foi obrigado. Quando ele saia das Forças Armadas, corria para os cursos de Vigilante. Ou seja , do contingente atual baiano na ativa de Vigilantes Patrimoniais Privados, estima-se que cerca de 40%  não estão na profissão correta.
PS: Para toda regra há uma exceção e cada caso é um caso.

Obrigado